Cândido Portinari

Cândido Portinari

Trabalhar com a vida e a obra deste genial pintor brasileiro é uma forma privilegiada de conhecer a cultura da época em que viveu, pela extensão de temas que abrange a sua obra e pela importância desta figura na história da arte do Brasil.

Deixamos cá alguns links para trabalhar a língua portuguesa na variante brasileira e a cultura do Modernismo com crianças, jovens e adultos:

Biografia:

Filho de imigrantes italianos, Cândido Portinari nasceu em 1903, numa fazenda de café nas proximidades de Brodósqui, em São Paulo. Com a vocação artística florescendo logo na infância, Portinari teve uma educação deficiente, não completando sequer o ensino primário. Aos 14 anos de idade, uma trupe de pintores e escultores italianos que atuava na restauração de igrejas passa pela região de Brodósqui e recruta Portinari como ajudante. Seria o primeiro grande indício do talento do pintor brasileiro… (Continuar)

Actividades didácticas com outros artistas:

Anúncios

Ver com outro olhar: as cores na pintura de Tarsila do Amaral

Nível: A2 / B1 (Quadro de Referência Comum Europeu).

Destinatários: jovens e adultos.

Objectivos:

  • Familiarizar-se com o uso das preposições e dos advérbios mais comuns do português, associados nesta actividade à sua relação com o espaço. A actividade pode ser usada também com as perífrases de obrigração.
  • Praticar as cores.
  • Conhecer a obra de Tarsila do Amaral.

Habilidades: Expressão oral/ Compreensão auditiva/ Interacção entre iguais.

Funções: Pedir e dar direções de espaço, orientar-se no espaço.

Processo: Trabalhar em grupos de quatro. Dois dos membros ficam com o desenho original e os outros dois com o desenho a preto e branco para colorir. O primeiro grupo dá instruções para os outros fazerem o desenho da maneira mais parecida ao original. A actividade pode ter vários finais: o grupo que acabar mais cedo, o grupo que segundo o critério geral fizer o desenho mais bonito ou mais parecido ao original.

A única regra que os estudantes devem cumprir é que não podem dizer o nome do objeto que os colegas têm que desenhar (para isso podem nomear-se árbitros que ouçam atentamente as conversas e determinem se as equipas cumprem a regra.

Os estudantes terão de utilizar estructuras preposicionais e/ou adverbiais de localização no espaço: “- Numa das casas há um espaço rectangular azul. – Na casa da parte direita?” Também para facilitar a interação, o grupo que está a desenhar pode perguntar a cor das coisas (sem nomeá-las). Para isto há que trabalhar primeiro as preposições e os advérbios de lugar (orientação no espaço), por exemplo, fornecer uma lista de preposições e advérbios e fazer uma actividade simples: esconder objectos na sala de aula e os alunos têm de os descobrir através das indicações dos colegas.

O facto de proibir os termos aumenta os recursos da descrição, as estratégias léxicas (aprender a nomear coisas das que não se conhece o nome), a expansão sintáctica (especialmente o uso de adjectivos e as orações de relativo).

Nível elementar: permitir aos estudantes dizer o nome do objeto.

Duração: Quinze minutos, aproximadamente, segundo o nível dos estudantes.

Materiais:

A partir desta actividade os estudantes podem estar motivados para conhecer o nome das pinturas e quem sabe se se interessam por aprofondar na figura desta pintora modernista brasileira. Deixamos alguns endereços muito interessantes para continuar a trabalhar com Tarsila:

Ideia original: Agustín Yagüe

Actividades didácticas com outros artistas: